É notório que durante a graduação o estudante tenha dúvidas sobre a "área" que irá seguir após a conclusão de seu curso. Grande parte dos ingressos nas universidades têm como objetivo ser um Engenheiro Calculista, pela fama que este "ramo" carrega. Por ser a área mais difícil e mais exigente, ela necessita de uma preparação ainda maior em relação a algumas outras áreas. Neste post tentaremos ilustrar um pouco mais essa profissão para que você possa tirar suas dúvidas ou, se não, conhecer mais da área.
O que faz um Engenheiro Calculista:
Um Calculista é responsável pelo setor de cálculo nas estruturas das construções, tais como as reações, os esforços e as deformações e, após, calcular e dimensionar as peças necessárias para suportar esses esforços sem grandes danos, comprometendo assim sua utilização.
Como ser um Engenheiro Calculista:
Para se "formar" um Calculista é necessário que você esteja atento às matérias que se referem à Estruturas no decorrer da Graduação, tais como: Mecânica dos Sólidos, Estática das Estruturas, Resistências dos Materiais, Hiperestática dentre outras.
O que essa área exige:
Esta área exige um pouco, ou muito, mais dos profissionais que algumas outras por se tratar de uma área delicada, em que os erros devem ser quase nulos. É uma área que exige um esforço maior e uma dedicação extra. Os profissionais que optam por essa área costumam leva-la para toda sua carreira profissional, mostrando que, às vezes, a prática pode facilitar este segmento.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Selos Sustentáveis
Nos últimos
anos, a sustentabilidade se inseriu rapidamente na construção civil. Todo
enfoque que a ONU e demais organizações deram sobre o meio ambiente e sua
conservação, se reverteu também na construção, como principal meio de degradação dos recursos naturais. Além disso conferencias e documentos, como a AGENDA
21, ECO-92, debateram soluções e estabeleceram propósitos para a amenizar os
danos da construção civil. Isso fez com que estudos fossem feitos, para
aprimorar, substituir e inovar em questão de materiais, técnicas construtivas,
conforto térmico, economia, ou seja, tudo que diz direito do “ser sustentável”. Assim padrões foram estabelecidos, normas à
cerca disso foram criadas, conselhos criados, e resultaram nos Selos de
sustentabilidade, “selos verdes”, que qualificam uma construção sustentável em diferentes níveis, variando de selo pra selo .
Esse contexto
demorou a se inserir no Brasil, mas nos últimos 5 anos o crescimento é
significativo,a criação de selos brasileiros, a chegada de selos
internacionais, em construções brasileiras e principalmente a criação do CBCS
(Conselho Brasileiro de Construção Sustentável) e a criação da NBR 15.575 (primeira
norma que qualifica o desempenho em relação a qualidade das habitações,
manutenção e durabilidade), mostram a evolução no quadro nacional. Alguns selos
sustentáveis são:
LEED: O LED
(Liderança em energia e design ambiental), selo do Green Building Council (ONG
que visa a pratica da construção sustentável) é o selo que certifica as
edificações que minimizam impactos ambientais durante a sua construção e em
pleno uso. O Uso de materiais renováveis, sistema econômico elétrico e hidráulico,
controle da poluição, como redirecionamento correto dos entulhos, são uma das
suas especificações para ser concedido;
ISO 14001:
Norma internacional que auxilia e gerencia
os aspectos ambientais, produtos e serviços, de uma empresa. Assim ela
qualifica da construtora que fará o prédio, a empresa que funcionará no prédio
entregue. No Brasil é concedida pela ABNT ( Associação Brasileira de Normas
Técnicas);
PROCEL: O PROCEL ( Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica), diz respeitos a eficiência energética de um determinado produto, mas possui uma etiqueta criada em 2009, o PROCEL EDIFICA, laçado pela Eletrobras e pelo Inmetro, que qualifica a eficiência energética das edificações;

SELO AQUA: O selo AQUA (Alta Qualidade Ambiental), é o primeiro que qualifica as construções brasileiras, sendo baseado no selo francês HQE. Avalia o desempenho da edificação durante o uso. É certificado pela Fundação Vanzolini, fundação sem fins lucrativos difusora da engenharia de produção, administração industrial e gestão de operações.
SELO
RGMat: Outro selo da Fundação Vanzolini que certifica produtos e materiais sustentáveis, com base
no desempenho e durabilidade;

SELO BREAM: O BRE (BRE Environmental Assment Method), é o método de avaliação ambiental do Building Research Establishment. É a principal e mais utilizada ferramenta no Reino Unido, sendo pioneiro na construção civil de acordo com os propósitos estipulados da Agenda 21. Ele define padrões para as praticas de design sustentável e descreve o desempenho ambiental de um edificio;

SELO SUSTENTAX: Desenvolvido pelo Grupo Sustentax, o selo é responsável para qualificar produtos, materiais, equipamentos e serviços, assim, inserido na construção civil no que diz respeito a materiais de construção, maquinários e construtoras;
CASA AZUL: Selo da Caixa Econômica Federal que classifica os projetos habitacionais em seu nível de sustentabilidade, levando em conta os critérios socioambientais que priorizam a economia de recursos naturais e praticas sociais.
Uma
empresa ou edifício pode ser certificada com esses selos se suas praticas,
sistemas construtivos, materiais, e demais
atividades, se reverterem para os sustentável. No Brasil o numero é mínimo,
cerca de 1% das edificações são sustentáveis, mas a expectativa de crescimento
é grande. Portar um selo sustentável é uma vantagem inegável. Além de um colaborar
com o meio ambiente, manter um padrão de qualidade, seja em relação ao social
ou ao econômico, a empresa ainda pode diminuir sua contribuição de impostos. No
dia 11 desse mês, por exemplo, a prefeitura do Rio de Janeiro lançou a
certificação QUALIVERDE, que tem a finalidade de incentivar empreendimentos imobiliários
que pratiquem ações sustentáveis. Com
essa certificação as construções podem ter até 50% de desconto ou isenção do
IPTU, IPTBI, ISS. Essa medida terá validade após a aprovação na Câmara de
Vereadores. O Brasil caminha ainda lentamente na questão sustentável, mais é
inegável, esse é o caminho que devemos caminhar. E os selos são um mecanismo de
incentivo a um padrão cada vez mais alto de qualidade.
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quarta-feira, 13 de junho de 2012
Empresa inidônea
Já se tornou normal vermos o nome da empresa Delta nos principais noticiários recentemente. Isso se deve às acusações e investigações que se envolvem sobre a mesma, realizadas pela Polícia Federal. Graças a essas investigações foi constatado que a empresa Delta fazia uso de propina para funcionários responsáveis pela fiscalização dos contratos entre a empresa e autarquia, além das acusações de superfaturamento e desvio de verba pública.
Com todos estes fatos "em mãos", a Controladoria Geral da União(CGU) declarou a empresa como inidônea, através de portaria assinada na terça, dia 12, e publicada na quarta-feira, dia 13, no Diário Oficial da União. Com isso a empresa fica impedida de participar de licitações e, consequentemente, de firmar contrato com a Administração Pública.
O QUE É UMA EMPRESA INIDÔNEA?
Uma empresa inidônea é, simplesmente, uma empresa que, mediante investigação e comprovação dos fatos, é proibida de licitar e fechar contrato com a Administração Pública. Essas empresas são declaradas inidôneas através de portarias publicadas na imprensa oficial(Diário Oficial).
-
Nota: Este blog não tem, e não pretende ter, finalidade investigativa e nem formula matérias de cunho "policial", mas, diante dos fatos, julgamos necessária uma breve publicação evidenciando este fato pois recentemente neste mesmo blog foi publicada um "post" sobre Licitações e, diante disso, optamos por esta publicação como uma "extensão" de outro post.
Para ler a publicação sobre licitações basta clicar aqui.
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sexta-feira, 8 de junho de 2012
Processos Licitatórios
É comum nos perguntarmos como se desenvolve um Processo Licitatório e quais as suas etapas para que, no fim, tenha um vencedor. Essa dúvida é comum na população pois nesses processos se faz uso de dinheiro público - na maioria das vezes em grande quantidade - com finalidade de contratar uma empresa particular para a execução de serviços à Administração Pública.
Esta postagem tem como finalidade esclarecer algumas dúvidas que se referem à Processos Licitatórios, com um enfoque no setor de Engenharia.
A Licitação
A Licitação é regida pela Lei 8.666/93, que por sua vez é regulamentada pela nossa Constituição Federal. A Licitação é o processo no qual busca-se o vínculo mediante contrato entre a Administração Pública e a Particular. As obras, serviços -inclusive de publicidade, compras, alienações(transferência de patrimônio), concessões, permissões e locações da Administração Pública, quando o contrato for com terceiros, terão que ser precedidas de licitação, com exceção de casos descritos em Lei. Os processos Licitatórios têm, obrigatoriamente, que atender aos princípios da isonomia, da legitimidade e da ética.
"A exceção que faz a regra"
Como citamos no parágrafo anterior, existem casos em que os processos Licitatórios não ocorrem, e são eles:
- Dispensa de Licitação (artigo 17): É quando ocorre, por exemplo, uma catástrofe que abala a ordem social e se faz necessário de imediato serviços para que a ordem volte a imperar. Nestes casos a Licitação é dispensada, mas mesmo assim temos um ato administrativo que legitima o contrato, porém, menos burocrático.
- Inexigibilidade (artigo 25): É quando é inviável a competição. É inviável porque não há meio de se promover a competição, como, por exemplo, quando a Administração Pública necessita de um produto com características ímpares que apenas um fornecedor dispõe.
Execução de obras e serviços
A execução de obras e prestação de serviços, precedidos de licitação, devem obedecer ao cronograma previsto em lei, mais especificamente no Art. 7º, que é:
- Apresentação e aprovação do projeto básico;
- Apresentação e aprovação do projeto executivo;
- Execução das obras e serviços
Nos projetos básicos e projetos executivos serão considerados os requisitos tais como: segurança, funcionalidade e adequação ao interesse público, economia na execução, conservação e operação, possibilidade de emprego de mão-de-obra, materiais, tecnologia e matérias-primas existentes no local, seguir as normas de segurança do trabalho adequadas, e mais no que se refere ao impacto ambiental.
Obras e serviços de Engenharia e suas modalidades, tendo em vista o limite do valor estimado da contratação
- Até R$15.000,00 - Convite
- Até R$1.500.000,00 - Tomada de preços
- Acima de R$1.500.000,00 - Concorrência
As demais modalidades de licitação, são:
Concorrência; Tomada de preços; convite; concurso; leilão.
_
As licitações são um meio de aproximação profissional e social entre a Adm. Pública e a particular, em pró da população e do desenvolvimento urbano, econômico e social. O contrato firmado entre ambas as partes é um vínculo, com regras, que deve ser respeitado unilateralmente. O processo Licitatório não deve ser sigiloso e todas as suas etapas devem ser publicadas em imprensa oficial(Diário Oficial) para que a população possa acompanhar e, se necessário, usar de seus direitos e obrigações para a garantia da legitimidade no processo.
Esta postagem tem como finalidade esclarecer algumas dúvidas que se referem à Processos Licitatórios, com um enfoque no setor de Engenharia.
A Licitação
A Licitação é regida pela Lei 8.666/93, que por sua vez é regulamentada pela nossa Constituição Federal. A Licitação é o processo no qual busca-se o vínculo mediante contrato entre a Administração Pública e a Particular. As obras, serviços -inclusive de publicidade, compras, alienações(transferência de patrimônio), concessões, permissões e locações da Administração Pública, quando o contrato for com terceiros, terão que ser precedidas de licitação, com exceção de casos descritos em Lei. Os processos Licitatórios têm, obrigatoriamente, que atender aos princípios da isonomia, da legitimidade e da ética.
"A exceção que faz a regra"
Como citamos no parágrafo anterior, existem casos em que os processos Licitatórios não ocorrem, e são eles:
- Dispensa de Licitação (artigo 17): É quando ocorre, por exemplo, uma catástrofe que abala a ordem social e se faz necessário de imediato serviços para que a ordem volte a imperar. Nestes casos a Licitação é dispensada, mas mesmo assim temos um ato administrativo que legitima o contrato, porém, menos burocrático.
- Inexigibilidade (artigo 25): É quando é inviável a competição. É inviável porque não há meio de se promover a competição, como, por exemplo, quando a Administração Pública necessita de um produto com características ímpares que apenas um fornecedor dispõe.
Execução de obras e serviços
A execução de obras e prestação de serviços, precedidos de licitação, devem obedecer ao cronograma previsto em lei, mais especificamente no Art. 7º, que é:
- Apresentação e aprovação do projeto básico;
- Apresentação e aprovação do projeto executivo;
- Execução das obras e serviços
Nos projetos básicos e projetos executivos serão considerados os requisitos tais como: segurança, funcionalidade e adequação ao interesse público, economia na execução, conservação e operação, possibilidade de emprego de mão-de-obra, materiais, tecnologia e matérias-primas existentes no local, seguir as normas de segurança do trabalho adequadas, e mais no que se refere ao impacto ambiental.
Obras e serviços de Engenharia e suas modalidades, tendo em vista o limite do valor estimado da contratação
- Até R$15.000,00 - Convite
- Até R$1.500.000,00 - Tomada de preços
- Acima de R$1.500.000,00 - Concorrência
As demais modalidades de licitação, são:
Concorrência; Tomada de preços; convite; concurso; leilão.
_
As licitações são um meio de aproximação profissional e social entre a Adm. Pública e a particular, em pró da população e do desenvolvimento urbano, econômico e social. O contrato firmado entre ambas as partes é um vínculo, com regras, que deve ser respeitado unilateralmente. O processo Licitatório não deve ser sigiloso e todas as suas etapas devem ser publicadas em imprensa oficial(Diário Oficial) para que a população possa acompanhar e, se necessário, usar de seus direitos e obrigações para a garantia da legitimidade no processo.
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Código de Obras
Toda cidade tem seu desenvolvimento direta ou indiretamente ligado ao aumento de construções em seus limites. Essas construções contribuem de maneira crucial para o crescimento do local pois, consequentemente, surgem novos comércios, novos moradores, novos estabelecimentos e isso gera mais receita à Prefeitura. Para que esse crescimento não seja, em tese, desordenado e não influencie na vida dos demais cidadãos, as Prefeituras normatizaram os processos de Construção, Reforma e Edificações através dos Códigos de Obras Municipais.
O QUE É UM CÓDIGO DE OBRAS?
Um Código de Obras tem como finalidade normatizar e regulamentar as obras e edificações que se instalam nas cidades. Este Código serve como Lei Municipal e rege todas as edificações, seja de fim residencial ou comercial, que são construídas e/ou reformadas. O Código de Obras tem, separadas em capítulos e parágrafos, todas as normas que se devem ser seguidas durante o processo de construção e reforma de um local. Cada Município, de acordo com sua demanda, tem seu Código de Obras.
O QUE CONTÉM UM CÓDIGO DE OBRAS?
Em um Código de Obras contém, nada mais nada menos, do que a especificação do que a sua obra pode ou não conter, de acordo com a normatização do município. Desde documentação até aspectos construtivos, o Código de Obras orienta o cidadão a como construir sem infringir as leis. Podemos encontrar em um Código de Obras normatizações que se referem a, por exemplo:
- Habite-se ;
- Lei de Uso e Ocupação ;
- Normas de Construção(recuo, corredor);
- Regulamentação da Obra;
CONSEQUÊNCIAS DO NÃO CUMPRIMENTO DO CÓDIGO DE OBRAS
O não seguimento das orientações e normatizações contidas no Código de Obras podem implicar em consequências graves para o proprietário do local a ser construído ou reformado. Essas consequências, em forma de pena, vão desde multas, até embargamentos e demolição do local, desde que esse tenha irregularidades irreversíveis e infrinjam as leis locais e interfiram no cotidiano dos demais cidadãos.
O QUE É UM CÓDIGO DE OBRAS?
Um Código de Obras tem como finalidade normatizar e regulamentar as obras e edificações que se instalam nas cidades. Este Código serve como Lei Municipal e rege todas as edificações, seja de fim residencial ou comercial, que são construídas e/ou reformadas. O Código de Obras tem, separadas em capítulos e parágrafos, todas as normas que se devem ser seguidas durante o processo de construção e reforma de um local. Cada Município, de acordo com sua demanda, tem seu Código de Obras.
O QUE CONTÉM UM CÓDIGO DE OBRAS?
Em um Código de Obras contém, nada mais nada menos, do que a especificação do que a sua obra pode ou não conter, de acordo com a normatização do município. Desde documentação até aspectos construtivos, o Código de Obras orienta o cidadão a como construir sem infringir as leis. Podemos encontrar em um Código de Obras normatizações que se referem a, por exemplo:
- Habite-se ;
- Lei de Uso e Ocupação ;
- Normas de Construção(recuo, corredor);
- Regulamentação da Obra;
CONSEQUÊNCIAS DO NÃO CUMPRIMENTO DO CÓDIGO DE OBRAS
O não seguimento das orientações e normatizações contidas no Código de Obras podem implicar em consequências graves para o proprietário do local a ser construído ou reformado. Essas consequências, em forma de pena, vão desde multas, até embargamentos e demolição do local, desde que esse tenha irregularidades irreversíveis e infrinjam as leis locais e interfiram no cotidiano dos demais cidadãos.
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segunda-feira, 28 de maio de 2012
Demolição Controlada
Conheça a desmontagem controlada, da suas características à
comparações com o modo convencional.
O mais convencional do nosso blog seria falar de construir,
técnicas construtivas e afins. Mas hoje falaremos de demolição, mais
precisamente sobre Demolição controlada.
A demolição controlada, é o procedimento onde a estrutura ou
edificação é desmontada, no literal da palavra. Na demolição normal, seja por
completo ou em uma parte, é feita sem distinção nenhuma, o todo é
demolido. Já no processo de desmontagem,
o trabalho é controlado, feito em segmentos e os materiais assim separados. O
procedimento busca então aproveitar
materiais que antes seriam descartados como entulho. Assim uma estrutura, uma
certa peça de alvenaria, madeiras, aço, podem ser aproveitados. Esse
procedimento tem dois viés, um econômico e um ecológico. Economiza-se bastante
com o aproveitamento, e do lado ecológico, diminui-se o numero de entulho nos
aterros, muitas vezes despejados de qualquer maneira. Outro fato importante é a
diminuição de ruídos e poeira nos arredores da construção, o que é causado pela
demolição convencional. Assim a desmontagem controlada pode se operar em uma fabrica, e a mesma fabrica poder
continuar operando, sem atrapalhar muito a atividade industrial. Do mesmo modo
uma reforma pede o mesmo processo, para não
alterara rotina local. A questão da logística é primordial para o sucesso do
processo, já que é dificultoso a movimentação e armazenamento, levando em conta
áreas movimentadas e habitadas, mais difícil ainda.
O Processo
Normalmente a desmontagem controlada é feita na ordem
inversa do que foi construído, e na seguinte sequência:
· Remoção de esquadrias, portas, janelas, sistema
de água e energia;
· Telhado e estrutura de sustentação;
· Estrutura de concreto, alvenaria, contrapiso (no
caso de uma construção com mais pavimentos, sempre do andar superior para o
inferior).
Os Equipamentos mais usados no processo
· Rompedores: Fragmentam os componentes ( podem
ser pneumáticos ou hidráulicos);
· Pulverizadores: Seguram, tombam, fragmentam .
· Tesouras: Seguram e cortam (força hidráulica).
______
A desmontagem controlada, por ser um procedimento novo, e no
Brasil, mais recente ainda, torna muito caro o mercado das maquinas e toda tecnologia
envolvida. A acessibilidade das empresas
ainda é pequena, mas como avanço das questões sustentáveis talvez no futuro
seja viável, já que a construção civil é a atividade que mais utiliza dos recursos
naturais. Se não é possível ainda
reduções significativas , pelo menos a redução de entulhos beneficiaria o meio
ambiente e a sociedade.
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quarta-feira, 9 de maio de 2012
O Trânsito brasileiro e sua situação caótica
Um dos grandes problemas da sociedade atual é, sem dúvidas, o trânsito na maioria das cidades brasileiras. Esse problema não tem local específico, atingindo de grandes centros à pequenas cidades, causando transtornos e estresse aos que necessitam desse meio para se locomoverem.
Congestionamentos, confusões, estresse, infrações e até crimes são alguns dos problemas que encontramos no trânsito terrível que perdura pelo país. O que fazer para mudar, o que se deve fazer frente algumas situações e a evidenciação de alguns fatos serão levantados agora.
A atual situação
Todo cidadão tem o direito de ir e vir, e isso todos nós sabemos graças à nossa Constituição Federal. Mas o que se vê hoje em dia é que esse direito é "sonegado" do cidadão que necessita utilizar o transporte terrestre. Grandes congestionamentos, somados com a falta de investimento - ou investimento errado - agravam uma situação que já está transbordando. Pode se dizer que grande parte dos problemas diários são resultado de horas e horas parados em uma via congestionada e mal conservada. Esses problemas se agravam com o passar do tempo e podem ter um preço desagradável com o passar do tempo e com a repetição dos fatos.
Os agravantes
Alguns fatos colaboram para a piora da situação do nosso trânsito e devem ser levados em conta. Anualmente, a frota de carros de nossas cidades crescem em ritmo desordenado, frutos de financiamentos e de créditos tentadores que facilitam a aquisição de um automóvel com certas facilidades. Somados à isso temos uma sociedade consumista que busca sempre algo novo, e a aquisição de bens como o automóvel é sempre um sonho do cidadão. Frente à esse acréscimo desordenado de veículos temos vias com o asfalto mal conservado e ruas com projetos ultrapassados, incapazes de suportar uma frota inflamada como a que temos nos dias de hoje.
Existem, também, outros fatos que agravam a situação do trânsito nos dias de hoje e são eles dois dos mais importantes: o descaso das autoridades e responsáveis e a negligência dos cidadãos e usuários do trânsito. Os investimentos necessários para que alguns desses problemas fossem selecionados não são feitos e somados com a irresponsabilidade de grande parte dos motoristas, já acomodados com a situação, acabam por piorar uma situação que já é ruim.
Resultados nada agradáveis
Andando paralelo à tudo isso está a qualidade de vida dos cidadãos. Diante de todos esses problemas evidenciados, temos, resultante disso, um agravamento na qualidade de vida, tendo em vista os efeitos do trânsito e de seus problemas para o cidadão e usuário. Ruídos, poluição, poluição sonora, estresse, exposição a temperaturas elevadas e até agressões físicas são algumas das situações que podemos verificar nesses casos. Todos esses problemas são causados ou agravados frente à isso e devem ser levados com seriedade, para que não causem danos maiores no futuro.
Solução e remediação
Para a solução desse problema, temos algumas sugestões que podem se não solucionar, pelo menos, suavizar o caso.
- Investimento em transporte coletivo: Talvez o mais importante e necessário à se fazer é o investimento correto em meios de transporte coletivo. Com um transporte coletivo de qualidade o número de motoristas, e consequentemente de carros, tende a diminuir e o trânsito fluir com mais qualidade.
- Adequação das vias para o tráfego atual: Reformar algumas(a maioria) das vias de tráfego do país se faz necessário quando podemos perceber que elas já não suportam o fluxo de veículos atual. Com projetos ultrapassados e estrutura mal conservada, elas servem também como um agravante dessa situação.
- Educação dos cidadãos: Partindo do princípio da Cidadania, vemos que cada cidadão deve fazer sua parte para que, assim, possa exigir e cobrar seus direitos. Ser cidadão é ter respeito pelo seu território e seu município, diferente do que vemos nos dias de hoje. Educação no trânsito é necessária e deve ser passada como uma lição de cidadania.
Congestionamentos, confusões, estresse, infrações e até crimes são alguns dos problemas que encontramos no trânsito terrível que perdura pelo país. O que fazer para mudar, o que se deve fazer frente algumas situações e a evidenciação de alguns fatos serão levantados agora.
A atual situação
Todo cidadão tem o direito de ir e vir, e isso todos nós sabemos graças à nossa Constituição Federal. Mas o que se vê hoje em dia é que esse direito é "sonegado" do cidadão que necessita utilizar o transporte terrestre. Grandes congestionamentos, somados com a falta de investimento - ou investimento errado - agravam uma situação que já está transbordando. Pode se dizer que grande parte dos problemas diários são resultado de horas e horas parados em uma via congestionada e mal conservada. Esses problemas se agravam com o passar do tempo e podem ter um preço desagradável com o passar do tempo e com a repetição dos fatos.
Os agravantes
Alguns fatos colaboram para a piora da situação do nosso trânsito e devem ser levados em conta. Anualmente, a frota de carros de nossas cidades crescem em ritmo desordenado, frutos de financiamentos e de créditos tentadores que facilitam a aquisição de um automóvel com certas facilidades. Somados à isso temos uma sociedade consumista que busca sempre algo novo, e a aquisição de bens como o automóvel é sempre um sonho do cidadão. Frente à esse acréscimo desordenado de veículos temos vias com o asfalto mal conservado e ruas com projetos ultrapassados, incapazes de suportar uma frota inflamada como a que temos nos dias de hoje.
Existem, também, outros fatos que agravam a situação do trânsito nos dias de hoje e são eles dois dos mais importantes: o descaso das autoridades e responsáveis e a negligência dos cidadãos e usuários do trânsito. Os investimentos necessários para que alguns desses problemas fossem selecionados não são feitos e somados com a irresponsabilidade de grande parte dos motoristas, já acomodados com a situação, acabam por piorar uma situação que já é ruim.
Resultados nada agradáveis
Andando paralelo à tudo isso está a qualidade de vida dos cidadãos. Diante de todos esses problemas evidenciados, temos, resultante disso, um agravamento na qualidade de vida, tendo em vista os efeitos do trânsito e de seus problemas para o cidadão e usuário. Ruídos, poluição, poluição sonora, estresse, exposição a temperaturas elevadas e até agressões físicas são algumas das situações que podemos verificar nesses casos. Todos esses problemas são causados ou agravados frente à isso e devem ser levados com seriedade, para que não causem danos maiores no futuro.
Solução e remediação
Para a solução desse problema, temos algumas sugestões que podem se não solucionar, pelo menos, suavizar o caso.
- Investimento em transporte coletivo: Talvez o mais importante e necessário à se fazer é o investimento correto em meios de transporte coletivo. Com um transporte coletivo de qualidade o número de motoristas, e consequentemente de carros, tende a diminuir e o trânsito fluir com mais qualidade.
- Adequação das vias para o tráfego atual: Reformar algumas(a maioria) das vias de tráfego do país se faz necessário quando podemos perceber que elas já não suportam o fluxo de veículos atual. Com projetos ultrapassados e estrutura mal conservada, elas servem também como um agravante dessa situação.
- Educação dos cidadãos: Partindo do princípio da Cidadania, vemos que cada cidadão deve fazer sua parte para que, assim, possa exigir e cobrar seus direitos. Ser cidadão é ter respeito pelo seu território e seu município, diferente do que vemos nos dias de hoje. Educação no trânsito é necessária e deve ser passada como uma lição de cidadania.
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
O Engenheiro Civil e o seu perfil
Você, estudante de engenharia ou admirador da profissão, já se perguntou qual a função e o perfil do Engenheiro Civil ? Essa é uma questão importante, pois dita se determinadas pessoas têm ou não afinidade com a profissão.
Da questão profissional
Se frisarmos somente a questão profissional do ramo, o Engenheiro Civil é o responsável por projetar, calcular, executar e fiscalizar as obras referentes à construção civil, englobando as mais diversas áreas. Um profissional de Engenharia Civil tem atribuição para, de acordo com sua formação, ser o responsável por obras com finalidades e proporções diversas. Alguns ramos são diferentes dos outros e necessitam de um estudo mais aprofundado ou de uma experiência maior, de acordo com a ambição do profissional. Um Engenheiro Civil responde por obras, por exemplo, de:
- Saneamento básico;
- Residenciais;
- Comerciais;
- Geotécnicas.
Da questão social
Como um profissional que exerce função importante no desenvolvimento ecônomico das cidades, o Engenheiro Civil tem também importância social relevante. O Engenheiro civil é o responsável por projetar e executar obras que interferem de maneira significante na vida dos cidadãos. Obras essas de mobilidade urbana, desenvolvimento social, ascensão econômica e outras, que resultam em mudanças agudas - ou não - na vida dos habitantes. De acordo com as projeções e necessidades de um determinado local, o Engenheiro deve se conscientizar que seu trabalho interfere no cotidiano de uma cidade, de um bairro, ou de uma rua, devendo assim ter noção que sua profissão deve ser executada com maestria e responsabilidade.
Considerações
Diante dos fatos apresentados e dos demais conhecimentos adquiridos ao longo da vida, você estudante ou profissional de Engenharia deve se conscientizar que todos os seus trabalhos refletem diretamente na sociedade e, por isso, deve ser dotado de ética e coerência. Ser um Engenheiro é ter grandes responsabilidades, mas também ter grandes poderes. Poderes esse de execução, projeção e raciocíonio diferenciados.
Da questão profissional
Se frisarmos somente a questão profissional do ramo, o Engenheiro Civil é o responsável por projetar, calcular, executar e fiscalizar as obras referentes à construção civil, englobando as mais diversas áreas. Um profissional de Engenharia Civil tem atribuição para, de acordo com sua formação, ser o responsável por obras com finalidades e proporções diversas. Alguns ramos são diferentes dos outros e necessitam de um estudo mais aprofundado ou de uma experiência maior, de acordo com a ambição do profissional. Um Engenheiro Civil responde por obras, por exemplo, de:
- Saneamento básico;
- Residenciais;
- Comerciais;
- Geotécnicas.
Da questão social
Como um profissional que exerce função importante no desenvolvimento ecônomico das cidades, o Engenheiro Civil tem também importância social relevante. O Engenheiro civil é o responsável por projetar e executar obras que interferem de maneira significante na vida dos cidadãos. Obras essas de mobilidade urbana, desenvolvimento social, ascensão econômica e outras, que resultam em mudanças agudas - ou não - na vida dos habitantes. De acordo com as projeções e necessidades de um determinado local, o Engenheiro deve se conscientizar que seu trabalho interfere no cotidiano de uma cidade, de um bairro, ou de uma rua, devendo assim ter noção que sua profissão deve ser executada com maestria e responsabilidade.
Considerações
Diante dos fatos apresentados e dos demais conhecimentos adquiridos ao longo da vida, você estudante ou profissional de Engenharia deve se conscientizar que todos os seus trabalhos refletem diretamente na sociedade e, por isso, deve ser dotado de ética e coerência. Ser um Engenheiro é ter grandes responsabilidades, mas também ter grandes poderes. Poderes esse de execução, projeção e raciocíonio diferenciados.
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
Bem vindos de volta!
Leitores do blog, como puderam perceber, estivemos ausente e sem postagens por um determinado tempo. O blog é constituído de estudantes(e para estudantes) e por isso a demanda de horário não é favorável. Quanto à isso, nos desculpamos pelos leitores que vieram e, de algum modo, não conseguiram saciar sua fome por leitura. O Blog Reformar informa que, após esse tempo, voltamos com tudo e com idéias recicladas e mais conhecimento adquirido!
Obrigado pela compreensão e sejam bem vindos de volta,
Blog Reformar.
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
Concreto: um material, diversas funções, importância incalculável.
O Concreto é um dos materiais mais importantes na construção civil.
Os romanos foram os primeiros a usar uma versão deste material conhecida por pozzolana. No entanto, o material só veio a ser desenvolvido e pesquisado no século XIX.
É constituído por areia, água, cimento e pedra. Esses materiais são encontrados a preços diversificados, de acordo com a região, mas sempre acessíveis.
O Concreto constitui as estruturas, sendo assim, associado aos "sistemas construtivos".
O concreto é um material com boa resistência à compressão. Resistências de 200Kgf/cm2 (20MPa) a 500Kgf/cm2 (50MPa) são as resistências de obras.
Porém, em um contraste a boa resistência à compressão, o concreto tem uma baixa resistência à tração. Em uma relação das duas, a resistência à tração equivale a aproximadamente 10% a da compressão.
Como um material de propriedades tão diferentes a compressão e a tração, o comportamento do concreto pode ser melhorado aplicando-se a protensão(compressão prévia) nos locais onde as solicitações geram tensões de tração.
Concreto Armado
O Concreto em si, é um material com resistência à compressão. Mas, como já dito, tem uma baixa resistência à tração, e para uma melhora no desempenho, pode-se receber Armaduras Metálicas, virando assim o Concreto Armado.
Para obter um concreto de qualidade, avaliado de acordo com sua finalidade, devem ser efetuadas com precisão as operações básicas de produção do material, que podem influenciar nas propriedades do concreto.
As operações que devem ser seguidas passo-a-passo são as seguintes:
Os romanos foram os primeiros a usar uma versão deste material conhecida por pozzolana. No entanto, o material só veio a ser desenvolvido e pesquisado no século XIX.
É constituído por areia, água, cimento e pedra. Esses materiais são encontrados a preços diversificados, de acordo com a região, mas sempre acessíveis.
O Concreto constitui as estruturas, sendo assim, associado aos "sistemas construtivos".
O concreto é um material com boa resistência à compressão. Resistências de 200Kgf/cm2 (20MPa) a 500Kgf/cm2 (50MPa) são as resistências de obras.
Porém, em um contraste a boa resistência à compressão, o concreto tem uma baixa resistência à tração. Em uma relação das duas, a resistência à tração equivale a aproximadamente 10% a da compressão.
Como um material de propriedades tão diferentes a compressão e a tração, o comportamento do concreto pode ser melhorado aplicando-se a protensão(compressão prévia) nos locais onde as solicitações geram tensões de tração.
Concreto Armado
O Concreto em si, é um material com resistência à compressão. Mas, como já dito, tem uma baixa resistência à tração, e para uma melhora no desempenho, pode-se receber Armaduras Metálicas, virando assim o Concreto Armado.
Para obter um concreto de qualidade, avaliado de acordo com sua finalidade, devem ser efetuadas com precisão as operações básicas de produção do material, que podem influenciar nas propriedades do concreto.
As operações que devem ser seguidas passo-a-passo são as seguintes:
- Dosagem: Estudo empírico ou não que indica as proporções e quantificações dos materiais componentes da mistura, a fim de obter um concreto com determinadas características previamente estabelecidas.
- Mistura: Dar homogeneidade ao concreto, isto é, fazer com que ele apresente o mesmo proporcionamento em qualquer ponto de sua massa sem segregação dos constituíntes.
- Transporte: Levar o concreto do ponto onde foi preparado ao local onde será aplicado, podendo ser dentro da obra ou para ela, quando misturado em usina.
- Lançamento: Colocação do concreto no local de aplicação, em geral, nas formas. Começa-se após 2 a 4 horas a "pega",(perda do abatimento e consequentemente endurecimento e ganho de resistência), dependendo da quantidade e do tipo de cimento.
- Adensamento: Espalhamento e conformação do concreto, procurando eliminar o ar aprisionado, além de preencher totalmente as formas - ganho de resistência. Usa-se vibrar o concreto com vibradores mecânicos, devendo-se evitar o excesso ou pouca vibração.
- Cura: Conjunto de medidas com o objetivo de evitar a perda rápida de água(entenda "Evaporação") pelo concreto nos primeiros dias, água essa necessária para reação de hidratação dos constituíntes da pasta de cimento. Existem diversas formas para cura adequada do concreto, seja ela úmida, a vapor, química ou uso de material impermeabilizante, dificultando a saída de água. A cura inadequada pode ocasionar fissuras de retração plástica consequentemente maior permeabilidade e porosidade, assim menor durabilidade. Normalmente a resistência de projeto é atingida após vinte e oito dias da aplicação.
Estrutura de Concreto Armado
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sexta-feira, 15 de julho de 2011
Copa do Mundo Qatar 2022 : Estádios
Enquanto o Brasil ainda corre com os preparativos para a Copa de 2014, o Qatar apresenta os projetos dos estádios que sediarão a Copa de 2022, a primeira Copa realizada em um país do Oriente. O Qatar se tornou anfitrião após superar com algumas polêmicas a candidatura de Japão, Coréia do Sul, Austrália e Estados Unidos. A moderna e luxuosa arquitetura do país agora é vista nos projetos dos estádios que poderão receber os jogos do evento oficial da FIFA. Veja a seguir as fotos:
•Al-Wakrah Stadium
| Complexo que cerca projeto do Al-Wakrah Stadium será um dos principais do projeto do Qatar para receber o Mundial. |
•Doha Port Stadium
| Doha Port Stadium tem uma das vistas mais bonitas entre os projetos do país e faz referência à sua localização, sendo projeto em forma de um animal marinho |
| Vista Doha Port Stadium que aposta no show de luzes para encatar os visitantes. |
•Umm Slal Stadium
| Umm Slal Stadium leva conceito arquitetônico moderno, inspirado nas belas fortalezas antiga da região. Do lado de fora, força das luzes também promete ser atração para turistas |
•Al-Shamal Stadium
| Al-Shamal Stadium será erguido em forma que homenageia os tradicionais "dhow", que são barco de pesca locais do Golfo Pérsico •Al Gharafa Stadium |
| Al Gharafa Stadium terá fachada composta por cores das bandeiras de todos os países participantes da Copa de 2022 para simbolizar união entre futebol, amizade, respeito e compreensão •Al-Khor |
| Projeto do Al-Khor visto de cima impressiona pelo grandiosidade e ampla área externa de estacionamento |
•Qatar University Stadium
| Vista aérea do Qatar University Stadium, projetado próximo a área residencial |
•Sports City Stadium
| Desenvolvido com base na tradicional arquitetura árabe, Sports City Stadium é bem localizado e quer ser palco de importância no Mundial de 2022 |
•Arena Al-Rayyan
| Arena Al-Rayyan será projetada para ter uma fachada externa de mídia, que prevê visualizações de notícias, anúncios e demais informações sobre esportes em tempo real |
Créditos: Portal Terra.
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Introdução ao estudo de Estruturas
Estudar estruturas é, talvez, o contexto predominante em um curso de engenharia civil. Direta ou indiretamente esses estudos estão presentes em disciplinas cujo o direcionamento é o Cálculo Estrutural, se esse não for tratado como uma disciplina propriamente dita. Em algumas universidades o direcionamento dos conteúdos sobre Estruturas é separado em outras disciplinas, tais como: Isostática, Teoria das Estruturas, Análise Estrutural, Estática das Estruturas e Cálculo Estrutural. Outros aspectos são tratados em outras disciplinas, aspectos esses como os 'comportamentos' dessas estruturas com forças atuantes e deformações, como: Resistências dos Materiais e Mecânica dos Sólidos.
O estudo dessas disciplinas, e consequentemente do conteúdo, deve ser tratado com total atenção e dedicação pois são conteúdos importantes e, em certo ponto, complexos.
CONCEITO DE ESTRUTURA
Segundo a descrição da FEC, Faculdade de Engenharia Civil, da Unicamp, "estrutura é um sistema destinado a proporcionar o equilíbrio de um conjunto de ações, capaz de suportar diversas ações que vierem a solicitá-la durante a sua vida útil sem que essa perca a sua função". Ou seja, uma estrutura deve ser algo projetado para, com o passar do tempo, "aguentar" as forças atuantes em seu corpo sem que essa seja prejudicada e sofra danos que influenciem em sua integridade.
Em uma abordagem teórica, podemos definir ESTRUTURA como algo que defina um sistema. Seja num contexto filosófico ou científico. No caso da Construção Civil, a estrutura é algo que define um Sistema Construtivo, ou um Sistema Estrutural, e seus fatores preponderantes.
O ESTUDO DAS ESTRUTURAS
Como já dito, o estudo das estruturas em uma universidade se fragmentam em disciplinas normalmente separadas por núcleos. Os pré-requisitos necessários para a compreensão são passados em disciplinas do conteúdo científico dos chamados "ciclo básicos" como Cálculo e Física, essa última abordando conceitos de extrema importância como a Mecânica Clássica. Normalmente, as abordagens em disciplinas como Física, não são inteiramente direcionados a estudos desse gênero, porém dão uma introdução ao assunto e a continuidade depende da dedicação e interesse do aluno e comprometimento da Faculdade.
Os conceitos de estruturas na Engenharia Civil apontam para problemas como ações, solicitações e aspectos de equilíbrio, apresentado às vezes como Equilíbrio Estático. Conceitualmente falando, os termos apresentados podem ser entendidos como:
- Ações: Ação é toda a influência exercida sobre determinado corpo. É capaz de induzir/produzir um estado, modificar esse estado, ou manter o estado. Pode, por exemplo, produzir um estado de tensão. Pode ser o caso de mais de uma ação atuar em um corpo, isso é chamado de Carregamento, e é usado para determinar os esforços solicitantes no sistema estrutural.
- Solicitações: É todo esforço, ou conjunto de esforços, que exerce sobre as estruturas 'graças" às ações. As solicitações provocam dois tipos distintos de tensões nas estruturas: a Tração ou Compressão, chamadas de Tensões Normais, ou a Tensão de Cisalhamento.
- Equilíbrio: Tratado como "equilíbrio estático", pode ser definido como uma relação entre a ação das grandezas internas e externas, usando sempre o valor modular. Nesse contexto, a soma das deformações, ocasionadas pelas ações, gera seu deslocamento ativo e reativo. Para o compreendimento dessa definição, deve-se ter em pleno conhecimento os conceitos de forças e de ações em planos, ocasionalmente coplanares.
CLASSIFICAÇÕES DAS ESTRUTURAS
As estruturas são classificadas, na engenharia civil, como Isostáticas, Hiperestáticas e Hipostáticas. Temos, por definição, que:
Estruturas Hipostáticas não são estruturas estáveis, não possuindo um equilíbrio estático, ocasionando assim um movimento não restringido, o grau de liberdade.
Não são estáveis pois apresentam reações de apoio inferiores ao número de equações de equilíbrio estático.
Estruturas Isostáticas não têm qualquer movimento, pois os números de reações são necessários para impedi-los. Para impedir esses movimentos, as estruturas isostáticas podem ter reações iguais ao número de equações de equilíbrio estático ou com um número de reações superiores às equações de equilíbrio estático(nesse caso necessitando de equações adicionais de equilíbrios, com número igual ao excesso de incógnitas relativamente ao número de equações de equilíbrio).
O estudo dessas disciplinas, e consequentemente do conteúdo, deve ser tratado com total atenção e dedicação pois são conteúdos importantes e, em certo ponto, complexos.
CONCEITO DE ESTRUTURA
Segundo a descrição da FEC, Faculdade de Engenharia Civil, da Unicamp, "estrutura é um sistema destinado a proporcionar o equilíbrio de um conjunto de ações, capaz de suportar diversas ações que vierem a solicitá-la durante a sua vida útil sem que essa perca a sua função". Ou seja, uma estrutura deve ser algo projetado para, com o passar do tempo, "aguentar" as forças atuantes em seu corpo sem que essa seja prejudicada e sofra danos que influenciem em sua integridade.
Em uma abordagem teórica, podemos definir ESTRUTURA como algo que defina um sistema. Seja num contexto filosófico ou científico. No caso da Construção Civil, a estrutura é algo que define um Sistema Construtivo, ou um Sistema Estrutural, e seus fatores preponderantes.
O ESTUDO DAS ESTRUTURAS
Como já dito, o estudo das estruturas em uma universidade se fragmentam em disciplinas normalmente separadas por núcleos. Os pré-requisitos necessários para a compreensão são passados em disciplinas do conteúdo científico dos chamados "ciclo básicos" como Cálculo e Física, essa última abordando conceitos de extrema importância como a Mecânica Clássica. Normalmente, as abordagens em disciplinas como Física, não são inteiramente direcionados a estudos desse gênero, porém dão uma introdução ao assunto e a continuidade depende da dedicação e interesse do aluno e comprometimento da Faculdade.
Os conceitos de estruturas na Engenharia Civil apontam para problemas como ações, solicitações e aspectos de equilíbrio, apresentado às vezes como Equilíbrio Estático. Conceitualmente falando, os termos apresentados podem ser entendidos como:
- Ações: Ação é toda a influência exercida sobre determinado corpo. É capaz de induzir/produzir um estado, modificar esse estado, ou manter o estado. Pode, por exemplo, produzir um estado de tensão. Pode ser o caso de mais de uma ação atuar em um corpo, isso é chamado de Carregamento, e é usado para determinar os esforços solicitantes no sistema estrutural.
- Solicitações: É todo esforço, ou conjunto de esforços, que exerce sobre as estruturas 'graças" às ações. As solicitações provocam dois tipos distintos de tensões nas estruturas: a Tração ou Compressão, chamadas de Tensões Normais, ou a Tensão de Cisalhamento.
- Equilíbrio: Tratado como "equilíbrio estático", pode ser definido como uma relação entre a ação das grandezas internas e externas, usando sempre o valor modular. Nesse contexto, a soma das deformações, ocasionadas pelas ações, gera seu deslocamento ativo e reativo. Para o compreendimento dessa definição, deve-se ter em pleno conhecimento os conceitos de forças e de ações em planos, ocasionalmente coplanares.
CLASSIFICAÇÕES DAS ESTRUTURAS
As estruturas são classificadas, na engenharia civil, como Isostáticas, Hiperestáticas e Hipostáticas. Temos, por definição, que:
Estruturas Hipostáticas não são estruturas estáveis, não possuindo um equilíbrio estático, ocasionando assim um movimento não restringido, o grau de liberdade.
Não são estáveis pois apresentam reações de apoio inferiores ao número de equações de equilíbrio estático.
Estruturas Isostáticas não têm qualquer movimento, pois os números de reações são necessários para impedi-los. Para impedir esses movimentos, as estruturas isostáticas podem ter reações iguais ao número de equações de equilíbrio estático ou com um número de reações superiores às equações de equilíbrio estático(nesse caso necessitando de equações adicionais de equilíbrios, com número igual ao excesso de incógnitas relativamente ao número de equações de equilíbrio).
Estruturas Hiperestáticas essas estruturas tem um número de reações superior necessário para impedir qualquer movimento. Sendo assim, mesmo com a retirada de determinadas reações a estrutura permanece estável. O grau de hiperestaticidade é igual ao número de ligações que podem ser suprimidas de forma que a estrutura se torne isostática. Ou seja, uma estrutura isostática tem, à partir dessa relação, um grau de hiperestaticidade igual a zero. As estruturas Hiperestáticas não são calculadas somente com as equações de equilíbrio da Estática.
-
O estudo e compreensão das estruturas é de suma importância para o desenvolvimento acadêmico do aluno, sempre partindo do princípio científico lógico abordado em disciplinas que envolvem os fenômenos e ações, métodos de cálculo e raciocínios complexos. Por ser uma tema muito abrangente, na maioria dos casos, as universidades separam o estudo e apresentação dos conceitas da estrutura em determinadas disciplinas, tais quais foram apresentadas neste post. A fragmentação desse conteúdo é contextualizada nas diversas representações da matéria. Deve-se notar a co-relação entre elas e a dependência que uma apresenta com a outra, concluindo assim que o esforço e a determinação do aluno, para com a compreensão do estudo, deve ser radical e direcionada.
Para melhor entendimento dos acadêmicos indicamos, sendo clichê ou não, os livros dos populares Soriano e Sussekind que abordam os temas relacionados às estruturas. Esses conteúdos podem ser encontrados em livros como "Estática das Estruturas", do Humberto Lima Soriano, e "Um curso de Análise Estrutural", do José Carlos Sussekind, dentre outras bibliografias. A escolha do material de apoio deve ser de acordo com a sua necessidade e seu grau de 'interação' com o livro.
Para exercitar seu conhecimento sobre o assunto recomendamos o seguinte link:
http://civil.fe.up.pt/pub/apoio/ano1/mec1/aulas_praticas/elementos_apoio/Estruturas_Hipo_Iso_Hiper.pdf
_
NOTA: Não despreza os conteúdos científicos básicos apresentados nos primeiros períodos do curso, pois eles serão de extrema importância para a compreensão do tema, desde aplicação até teoria. Disciplinas como Cálculo, Física, Geometria Analítica e Álgebra Linear servem como base para conteúdos mais complexos e de entendimento mais difícil.
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domingo, 12 de junho de 2011
Construções Sustentáveis.
Em complemento ao post de sustentabilidade na construção civil (VEJA AQUI), apresentaremos agora algumas construções que se destacam pelo seu papel em relação ao meio ambiente. A tecnologia dos prédios verdes, que são prédios que aproveitam melhor a água e energia, através de materiais ecológicos, torna-se uma tendência arquitetônica. Esse mercado tem movimentado muito o setor da e você poderá conhecer melhor, através de exemplos, os processos da construção de uma edificação com essa finalidade ecológica. Veja agora algumas construções. Créditos ao site How Stuff Works.
Os construtores da Casa Z6 incorporaram um conjunto de painéis solares na tentativa de oferecer de 60 a 70% do consumo de energia da casa. Os proprietários também escolheram aparelhos que consomem menos energia. Usar um aquecedor solar de água, que absorve o calor para aquecer a água, também reduz de maneira significativa o consumo de energia. Esse aquecedor também contribui com o aquecimento da casa porque aciona o sistema de aquecimento por piso radiante. O revestimento especial da casa também permite que o sol do inverno aqueça o local de maneira efetiva. Durante o verão, a ventilação na estrutura permite a entrada de ar para resfriar a casa. Os arquitetos também se certificaram de que as sacadas ofereciam sombras significativas para os dias quentes.
Na tentativa de economizar água, os arquitetos incorporaram vários métodos diferentes de construção de prédios verdes. Por exemplo, um telhado verde com sedum e outras plantas reduz o escoamento. Além desses recursos, torneiras e chuveiros com baixa vazão de água contribuem para reduzir a quantidade de água utilizada. Os proprietários fizeram questão de escolher materiais feitos com produtos recicláveis para itens como azulejos, balcões e até mesmo para a estrutura de aço. Eles também escolheram cortiça para os pisos. Os especialistas em prédios verdes recomendaram cortiça como um material prático e sustentável porque é obtida sem a necessidade de se cortar a árvore em que ela cresce.Assim como na maioria dos prédios sustentáveis, os arquitetos esperam que os recursos para economizar energia permitam uma economia em contas de energia que ao longo tempo compensará o investimento inicial. Nesse caso, esse retorno financeiro deve levar de 8 a 10 anos.
Casa fator 10
Assim como a casa Z6, a casa fator 10 de Chicago recebeu seu nome devido à sua filosofia. Eles afirmam que a estrutura consome um décimo dos recursos ambientais de uma casa comum (em outras palavras, ela minimiza a pegada ecológica por um "fator de 10"). Na tentativa de encontrar métodos acessíveis para a construção de prédios verdes, o Department of Environment and Housing de Chicago (Departamento de Meio Ambiente e Habitação) realizou uma competição para projetistas, e a fator 10 ficou entre as ganhadoras.
A casa Fator 10 incorpora dezenas de técnicas criativas para a construção de prédios verdes, sendo que uma delas é a chaminé solar, que aquece e resfria a casa por meio de ventiladores. Além de recursos para manter a temperatura, a chaminé solar, que utiliza a luz do sol das janelas para o aquecimento, também oferece luz para a casa, reduzindo a dependência em combustíveis fósseis e eletricidade.
Além de aparelhos e utensílios com baixo consumo que reduzem o uso de energia e da água, a casa usa um telhado verde com plantas sedum. Esse telhado reduz de maneira significativa o escoamento de água e produz o resfriamento evaporativo. Os arquitetos também direcionaram a localização das janelas para que poucas delas ficassem em direção ao norte e ao sul, reduzindo a perda de calor durante o inverno.
Talvez um dos aspectos mais interessantes da casa seja a parede feita de garrafa de água.O material não só foi reciclado, mas a parede também serve como um dissipador do calor que absorve durante o dia inteiro, liberando-o pela casa durante a noite fria. O isolamento da casa foi produzido com papel reciclado e o concreto usado para a base inclui cinzas volantes (uma substância produzida durante a queima do carvão). Até mesmo o carpete é feito de materiais recicláveis, mais especificamente, materiais de garrafas recicladas.
Por exemplo, para minimizar o consumo de água, o Centro Lewis utiliza um sistema de tratamento de água chamado "A Máquina Viva". O sistema recebe a água de esgoto e a máquina trata e purifica a água para que ela possa ser reutilizada nos vasos sanitários.
O sistema fotovoltáico no telhado do prédio também funciona para reduzir o impacto ambiental. Através da luz solar, esse sistema fornece uma quantidade significativa de energia para o prédio, o que diminui o uso das usinas de energia a carvão. Quando esse sistema produz mais energia do que o prédio precisa, a empresa de energia local compra a eletricidade excedente. Sensores que detectam a luz solar e o movimento regulam as luzes, para evitar o desperdício.
Assim como acontece na casa fator 10, janelas posicionadas de maneira apropriada ajudam o prédio a aproveitar bastante a luz do dia. Os poços geotérmicos também ajudam a aquecer e a resfriar o prédio.
- Esses tipos de construções, além de evitar grandes impactos no meio ambiente, surgem como uma nova vertente, mas não como algo momentâneo, e sim como uma opção para que nossas futuras gerações possam usufruir dos bens naturais, cada vez mais degradados.
Casa Z6
A casa Z6 em Santa Mônica, Califórnia, recebeu esse nome devido à filosofia por trás da construção. Especificamente, ele se refere ao objetivo de alcançar níveis zero em seis fatores: desperdício, energia, água, carbono, emissões e ignorância. Essa filosofia fez com que os proprietários e arquitetos usassem todos os métodos de construção de prédios verdes possíveis para construir uma casa sustentável e habitável. Os construtores conseguiram produzir apenas uma fração (um décimo) do resíduo que geralmente é produzido em uma construção residencial. Como eles fizeram isso? Eles construíram partes separadas da casa em uma fábrica e depois juntaram essas partes no local determinado (o que levou apenas 13 horas). Esse método não só é eficiente, como permite que os proprietários desmontem a casa e a levem para um novo local, caso queiram. Além disso, as paredes móveis em todos os quartos permitem que os habitantes adaptem os locais às suas necessidades.![]() |
| Casa Z6 em construção. |
Na tentativa de economizar água, os arquitetos incorporaram vários métodos diferentes de construção de prédios verdes. Por exemplo, um telhado verde com sedum e outras plantas reduz o escoamento. Além desses recursos, torneiras e chuveiros com baixa vazão de água contribuem para reduzir a quantidade de água utilizada. Os proprietários fizeram questão de escolher materiais feitos com produtos recicláveis para itens como azulejos, balcões e até mesmo para a estrutura de aço. Eles também escolheram cortiça para os pisos. Os especialistas em prédios verdes recomendaram cortiça como um material prático e sustentável porque é obtida sem a necessidade de se cortar a árvore em que ela cresce.Assim como na maioria dos prédios sustentáveis, os arquitetos esperam que os recursos para economizar energia permitam uma economia em contas de energia que ao longo tempo compensará o investimento inicial. Nesse caso, esse retorno financeiro deve levar de 8 a 10 anos.
Casa fator 10
Assim como a casa Z6, a casa fator 10 de Chicago recebeu seu nome devido à sua filosofia. Eles afirmam que a estrutura consome um décimo dos recursos ambientais de uma casa comum (em outras palavras, ela minimiza a pegada ecológica por um "fator de 10"). Na tentativa de encontrar métodos acessíveis para a construção de prédios verdes, o Department of Environment and Housing de Chicago (Departamento de Meio Ambiente e Habitação) realizou uma competição para projetistas, e a fator 10 ficou entre as ganhadoras. A casa Fator 10 incorpora dezenas de técnicas criativas para a construção de prédios verdes, sendo que uma delas é a chaminé solar, que aquece e resfria a casa por meio de ventiladores. Além de recursos para manter a temperatura, a chaminé solar, que utiliza a luz do sol das janelas para o aquecimento, também oferece luz para a casa, reduzindo a dependência em combustíveis fósseis e eletricidade.
Além de aparelhos e utensílios com baixo consumo que reduzem o uso de energia e da água, a casa usa um telhado verde com plantas sedum. Esse telhado reduz de maneira significativa o escoamento de água e produz o resfriamento evaporativo. Os arquitetos também direcionaram a localização das janelas para que poucas delas ficassem em direção ao norte e ao sul, reduzindo a perda de calor durante o inverno.
Talvez um dos aspectos mais interessantes da casa seja a parede feita de garrafa de água.O material não só foi reciclado, mas a parede também serve como um dissipador do calor que absorve durante o dia inteiro, liberando-o pela casa durante a noite fria. O isolamento da casa foi produzido com papel reciclado e o concreto usado para a base inclui cinzas volantes (uma substância produzida durante a queima do carvão). Até mesmo o carpete é feito de materiais recicláveis, mais especificamente, materiais de garrafas recicladas.Centro Adam Joseph Lewis
A Universidade de Oberlin gosta de praticar o que prega. Para refletir o que seus alunos aprendem, a administração da universidade focou a construção do prédio de estudos ambientais na redução do impacto ambiental. Localizado em Oberlin, Ohio, o prédio, construído por meio de doações privadas, implementa várias técnicas de construção de prédios verdes para manter a economia de energia e o conforto dessa grande estrutura.Por exemplo, para minimizar o consumo de água, o Centro Lewis utiliza um sistema de tratamento de água chamado "A Máquina Viva". O sistema recebe a água de esgoto e a máquina trata e purifica a água para que ela possa ser reutilizada nos vasos sanitários.
O sistema fotovoltáico no telhado do prédio também funciona para reduzir o impacto ambiental. Através da luz solar, esse sistema fornece uma quantidade significativa de energia para o prédio, o que diminui o uso das usinas de energia a carvão. Quando esse sistema produz mais energia do que o prédio precisa, a empresa de energia local compra a eletricidade excedente. Sensores que detectam a luz solar e o movimento regulam as luzes, para evitar o desperdício.
Assim como acontece na casa fator 10, janelas posicionadas de maneira apropriada ajudam o prédio a aproveitar bastante a luz do dia. Os poços geotérmicos também ajudam a aquecer e a resfriar o prédio.
- Esses tipos de construções, além de evitar grandes impactos no meio ambiente, surgem como uma nova vertente, mas não como algo momentâneo, e sim como uma opção para que nossas futuras gerações possam usufruir dos bens naturais, cada vez mais degradados.
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
WinPLOT: Auxilio matemático digital.
Ao ingressarmos no curso superior vimos que para aprender nós temos mais artifícios do que imaginamos no ensino médio. No ramo da construção civil temos o famoso AutoCAD, o software da AutoDesk para desenho auxiliado por computador, mas temos muitos outros que podem nos auxiliar ainda na fase acadêmica. Um deles é o WinPLOT, software matemático que auxilia em disciplinas como geometria analítica e cálculo. Isso sem contar as demais disciplinas que usam essas como base.
Sobre o WinPLOT
Sobre o WinPLOT
O WinPLOT é um aplicativo simples, didático, intuitivo e gratuito que auxilia em diversos cálculos matemáticos. Nos primórdios se chamava somente PLOT, era escrito em C(linguagem de programação) e rodava no DOS. Passou a se chamar WinPLOT após o lançamento do Windows 3.1. Em uma nova versão, também para windows, o programa passou a ser escrito em C++. O WinPLOT foi desenvolvido pelo professor Richard Parris, da Philips Exeter Academy. Alguns fatores que evidenciam que o winplot é um aplicativo bastante interessante é que ele pode ser manuseado por qualquer um, independente do conhecimento de informática da pessoa, pois possui menus bem didáticos e aceita funções matemáticas de modo simples e natural. Um fato muito importante é que, apesar de a interface do programa estar em português, as notações matemáticas devem seguir as normas e padrões do inglês para escrever uma função. Por exemplo: para escrever uma função com raíz quadrada é necessário escrever ''sqrt(x)''. E para uma função de SENO deve-se escrever "sin(x)", tal como aparece em algumas calculadores científicas, à exemplo as da marca Hp.
Utilidade WinPLOT
O aplicativo trata de maneira simples as mais diversas funções e equações matemáticas. Como já dito anteriormente, ele é um software didático e em seu menu de escolha as opções são bem claras. Ao abrir o menu você tem a escolha de trabalhar em 2 ou 3 dimensões, e assim escolher qual o tipo da equação: implícitas, explícitas, paramétricas, diferenciais e etc. O aplicativo gera instantâneamente os gráficos e evidência as funções que estão sendo usadas. Pode-se usar mais de uma função, tal como f(x), g(x), h(x) e etc. Ao darmos os valores e as equações, o winplot gera automaticamente os gráficos e as representações, tal como parábolas, hipérboles, retas e etc.
Uma parábola sendo "cortada" por uma reta. Imagem muito comum em disciplinas como Cálculo
O winplot também desenvolve plano, para tal ele necessita dos valores de u(x,u) e v(x,y). Os planos são muito utlizados em disciplinas como Geometria Analítica, e para tal é necessário trabalhar com 3 dimensões.
Seguindo nesse caminho da Geomatria Analítica, o winPLOT oferece também ao usuário as ferramentas para se resolverem sistemas e problemas lineares, editando as matrizes.
Interação com o usuário
Além de fornecer as ferramentas já ditas o aplicativo ainda proporciona uma divertimento didático. Trata-se de adivinhar as funções das representações já dadas pelo aplicativo em um determinado gráfico. Para isso basta clicar em "adivinhar" que se encontra no atalho "Janela" do aplicativo.
Como mostra a imagem, o menu é bem simples.
Para trabalhar determinadas ferramentas com planos, basta clicar em "mapeador". Outro atalho ainda determina se você usará 2 ou 3 dimensões. Para abrir algo que você tenha utilizado em outro acesso ao aplicativo, basta clicar em "Abrir última". E, sem alterar as configurações iniciais do aplicativo você utilizará as já instruídas, assim clicando em "Usar padrão".
Pode-se trabalhar também com Vetores, tratados no programa como Segmentos. Além disso pode-se utilizar também tanto coordenadas cartesianas como polares.
_
Para saber mais sobre o WinPLOT, acesse os seguintes links:
Passo-a-passo explicativo e detalhado das funcionalidades do WinPLOT:
Tutorial para manuseamento do aplicativo:
Para download, Clique aqui.
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
Sustentabilidade na construção civil
Compreendemos que ser sustentável é estar inserido em um meio, utilizando recursos naturais e mesmo assim, não causando grandes impactos, e de certa forma, ‘‘devolver’’ esses recursos ao planeta. Isso então pode ser direcionado não só a uma pessoa, mas também a uma empresa. Aí que chega o que queremos evidenciar. Empreendimentos sustentáveis. Onde eles entram na construção?Quais os seus favorecimentos?
Com o tema Meio Ambiente, cada vez mais evidente nos noticiários, nos diálogos diplomáticos e inseridos até no próprio cotidiano familiar, compreendemos que construir, está ganhando um significado mais ecológico, e isso pode se tornar um diferencial de uma grande empresa. “Para ser sustentável, portanto, qualquer empreendimento humano deve ser ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito”. Nas palavras do jornalista Jô Santucci, se retira a essência do empreendimento sustentável, em toda sua totalidade. O setor da construção civil, responsável por grande impacto ambiental, vem cheio de alternativas para minimizar esse quadro. Uma edificação sustentável que de certa forma utiliza reaproveitamento de água, ou algum método que proporcione conforto térmico, já é um avanço significativo. Mesmo que essas medidas sejam na maioria das vezes de custo elevado, o propósito sustentável estaria sendo conseguido. Investimentos como telhado verde teriam um retorno em longo prazo, mas estar habitando uma construção com essas características, é um diferencial.
Também percebemos o sistema sustentável na geração de energias limpas. Aproveitar os recursos naturais oferecidos, afim de não agredir o meio ambiente é uma alternativa para o abastecimento parcial de qualquer país. O Brasil por exemplo possui lugares com um bom fluxo de vento e uma forte incidência solar, respectivamente usados na energia eólica e solar. São investimentos caros e em poucos lugares no são visíveis. Mas a contribuição social e a preservação dos recursos naturais é o importante.
Tecnologicamente falando, as empresas vem buscando cada vez mais as tecnologias que garantam o conforto térmico. E é um mercado que ao contrario das energias limpas, apresentam um retorno mais rápido. Se gasta mais na obra, mas o custo com manutenção diminui significadamente em grande parte dos serviços.
Com o tema Meio Ambiente, cada vez mais evidente nos noticiários, nos diálogos diplomáticos e inseridos até no próprio cotidiano familiar, compreendemos que construir, está ganhando um significado mais ecológico, e isso pode se tornar um diferencial de uma grande empresa. “Para ser sustentável, portanto, qualquer empreendimento humano deve ser ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito”. Nas palavras do jornalista Jô Santucci, se retira a essência do empreendimento sustentável, em toda sua totalidade. O setor da construção civil, responsável por grande impacto ambiental, vem cheio de alternativas para minimizar esse quadro. Uma edificação sustentável que de certa forma utiliza reaproveitamento de água, ou algum método que proporcione conforto térmico, já é um avanço significativo. Mesmo que essas medidas sejam na maioria das vezes de custo elevado, o propósito sustentável estaria sendo conseguido. Investimentos como telhado verde teriam um retorno em longo prazo, mas estar habitando uma construção com essas características, é um diferencial.
Também percebemos o sistema sustentável na geração de energias limpas. Aproveitar os recursos naturais oferecidos, afim de não agredir o meio ambiente é uma alternativa para o abastecimento parcial de qualquer país. O Brasil por exemplo possui lugares com um bom fluxo de vento e uma forte incidência solar, respectivamente usados na energia eólica e solar. São investimentos caros e em poucos lugares no são visíveis. Mas a contribuição social e a preservação dos recursos naturais é o importante.
Tecnologicamente falando, as empresas vem buscando cada vez mais as tecnologias que garantam o conforto térmico. E é um mercado que ao contrario das energias limpas, apresentam um retorno mais rápido. Se gasta mais na obra, mas o custo com manutenção diminui significadamente em grande parte dos serviços.
Sustentabilidade em Cuiabá é possível?
Algo pequeno pode até ser, e pouco perceptível. Mas um projeto que atinja a população cuiabana qualitativamente e quantitativamente, não. O estado do Mato Grosso não favorece ao histórico também. Sempre se ouve de madeira sem documentação, desmatamento, e na maioria das vezes, quem utiliza as variedades de solo aqui, seja para a extração de madeira ou na própria atividade agrícola, nem faz o reflorestamento ou a manutenção. Em Cuiabá seria um grande desafio, não só pela desorganização considerável da administração atual, mas também pelas questões de infra-estrutura básica que muitos bairros de Cuiabá não tem. Seria um pouco insensato investir em meios sustentáveis aqui onde em muitos bairros não há asfalto, onde não há um sistema de escoamento de água, onde não há uma organização de setor. O bom seria investir em bairros sustentáveis, mas pra quem não possui o trivial é bom parar de utopia.
Sustentabilidade, um dos assuntos mais tratados politicamente hoje, invade cada vez mais os setores industriais até chegar à nossa área. Mas o grande problema não é a construção civil, é a educação de cada um. Não será possível implantar esse sistema na sociedade sem que ela esteja preparada para segui-lo. E isso desde pequeno, ensinar o cidadão a reciclar, economizar energia, água e de como as suas ações afetam diretamente os recursos finitos que o meio ambiente dispõe. Não é só desenvolvendo a tecnologia ou mudando a legislação ambiental que se obterá mudanças, isso deve partir individualmente para que assim a construção sustentável apresente resultados consideráveis. Reeducar para preservar.
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Qualificação da mão de obra: um problema contínuo
Como sabemos, ou deveríamos saber, uma obra é muito mais do que apenas concreto e tijolo. Muitos produtos e materiais são usados para que todos os processos sejam concluídos de forma eficaz. Nos diversos setores de uma obra, são usadas diversas técnicas e, essas técnicas, necessitam de cuidados especiais. Conforme a obra é "tocada", e essas técnicas são aplicadas, geram-se resíduos que acabam por virar lixo e necessitam de mais cuidado ainda.
Mão de obra qualificada, um fator mais que profissional: um FATO social.
O Brasil é, evidentemente, um país em desenvolvimento. A construção civil tem papel importante nesse processo. Gera empregos, forma a infra-estrutura de um local, contribui para a indústria, e outros fatores.
Gerando empregos, o ramo necessita de um demanda de mão de obra. Atualmente essa demanda é menor do que o necessário, se avaliarmos o fator qualidade. Resultante disso, vemos "profissionais" sem a menor qualificação sendo empregados em obras de construções importantes como edificações e rodovias, por exemplo. Resultado disso: grande produção de resíduos; que acabam virando lixo; e má qualidade da estrutura ao término da obra.Ao qualificar um profissional, você também proporciona a ele uma melhor condição de vida, tendo em vista que sua produtividade profissional aumentará. É comum vermos construções recém terminadas que, apesar de serem de alto padrão, já possuem trincas e rachaduras. Isso é um problema comum, resultado de um mal uso do material utilizado na obra; cálculos equivocados e outros fatores. Aliás, a má qualificação não é de exclusividade dos serviços braçais. A péssima qualidade de ensino de uma universidade pode resultar em um engenheiro civil(ou arquiteto, ou edificador e etc.) mal preparado para o mercado e para as reais necessidades da sociedade. Algumas universidades preocupam-se mais em receber a mensalidade em dia(no caso das particulares) do que em formar bons profissionais.
Isso é mais que um fator profissional, é um fator social, e resulta naquilo em que os empreendedores mais temem: prejuízos econômicos.
Qualificar é, também, economizar.
Preocupados apenas com fatores como o tempo de entrega da obra, os responsáveis contratam um número exagerado de profissionais com a idéia de que, com um maior efetivo, possam concluir todas as etapas e entregar em um prazo pré-determinado uma obra com uma qualidade ideal. Essa idéia é totalmente equivocada. Pode até ser que, com um efetivo maior, você conclua a obra num tempo determinado, mas a qualidade da estrutura, sem dúvidas, será uma incógnita.
Ao invés de investir em quantidade, as empresas deveriam investir em qualidade. Já diziam nossas mãe e avós: "O que importa é qualidade, e não quantidade". E elas estavam certas!
Se você qualifica uma determinada quantia de profissionais para exercerem com qualidade as funções pré-determinadas à eles o retorno vai ser muito mais significativo e positivo do que contratar "a rodo" para apressar e acelerar o desenvolvimento da obra, que pode não ter um resultado satisfatório.
É inadmissível crer que se negue a investir em um profissional que trabalhará para você e que gerará seus lucros. Qualificar é mais do que preciso, é necessário.
Profissionais serão preparados para a Copa do Mundo
Além do fato de estar em desenvolvimento, o Brasil receberá também um evento de porte internacional e que demandará uma mão de obra "a mais" para que seja realizada com sucesso.
Para o setor da construção civil, que é o alicerce do preparo para a Copa, algumas cidades estarão preparando e qualificando os profissionais para que seus serviços sejam de qualidade e a estrutura brasileira não fique a desejar.
Por exemplo, vemos Curitiba, capital do Paraná, criar um projeto para qualificar os profissionais que atuarão na construção civil:
Trabalho decente: Qualificação profissional para a Copa do Mundo FIFA 2014
Plano Territorial de Qualificação
Parceria entre consórcio de construção e SENAI/MT preparará profissionais para a cosntrução civil em Cuiabá-MT.
ANEXOS:
imagens de resíduos e desperdícios na construção civil
Resíduos em uma obra
Entulhos de uma reforma
Ferros 'mal usados' enferrujados
NOTA:
Não adentramos em técnicas de reaproveitamentos dos resíduos pois concluímos necessitar de um espaço particular para isso. Continue acompanhando o blog e nossas postagens que publicaremos em breve com assuntos relacionas ao reaproveitamento dos resíduos e "lixos" gerados na construção civil.
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